30 de julho de 2009
Vamo brincar?
Me apresentaram hoje ao Orkut dos livros (ou mais ou menos isso) e agora me divirto.
O que estou brincado é o Skoob (www.skoob.com.br). B. tinha me indicado o Shelfari (www.shelfari.com), mas achei tão chato quanto o Facebook (eles têm ligação).
(Na falta de assunto...)
O que estou brincado é o Skoob (www.skoob.com.br). B. tinha me indicado o Shelfari (www.shelfari.com), mas achei tão chato quanto o Facebook (eles têm ligação).
(Na falta de assunto...)
27 de julho de 2009
Provincetown
A pequenina e charmosa Provincetown é a ponta (ui!) do cabo (ui²!!). Muito importante historicamente porque é o local do primeiro desembarque dos peregrinos no "novo mundo". Aqui é tipo a Bahia dos Estados Unidos, e Provincetown seria Cabrália.
Atualmente é também famosa por sua população gay. A cidade é toda rainbow! Um luxo só! Tem de todos os tipos, idade, cores: diversidade pura!
Não é a toa que lá se construiu esse monumento aos peregrinos puritanos:

Irônico, hein!
Por lá também se vende esses souvenirs:

Aren't it so cute?
Como diria uma outra camiseta nessa loja: "What happens in P-town, stays in (fabulous) P-Town!"
P.S.: Há uma loja "Marc by Marc Jacobs" em P-Town. São apenas umas dez em todos os EUA.
P.S.para a Guega: P-Town seria um ótimo programa ao ar livre!
Atualmente é também famosa por sua população gay. A cidade é toda rainbow! Um luxo só! Tem de todos os tipos, idade, cores: diversidade pura!
Não é a toa que lá se construiu esse monumento aos peregrinos puritanos:
Irônico, hein!
Por lá também se vende esses souvenirs:
Aren't it so cute?
Como diria uma outra camiseta nessa loja: "What happens in P-town, stays in (fabulous) P-Town!"
P.S.: Há uma loja "Marc by Marc Jacobs" em P-Town. São apenas umas dez em todos os EUA.
P.S.para a Guega: P-Town seria um ótimo programa ao ar livre!
26 de julho de 2009
25 de julho de 2009
23 de julho de 2009
Are you gonna be in my dreams tonight?
Foi assim: depois do almoço, fomos para o show de metrô. Penúltima estação da linha 7, ao lado do Corona Park, em Flushing Meadows, onde acontece o US Open. Aliás, dá pra ver o estádio de tênis e é grande!
O Citi Field fica no lugar do Shea Stadium, que foi demolido pra dar lugar a um estádio de 800 milhões de dólares. O Mets joga beisebol por lá. Foi no Shea Stadium que os Beatles tocaram em 1965, inagurando o conceito de show de rock em estádios.
Paul estreiou o palco do Citi Field. Logo na chegada, sensação de estar em um estádio de um país desenvolvido. Cerca de 60 mil pessoas entravam na maior calma, por escadas rolantes, lindão o estádio. De cara, lojinha com official merchandising. 35 doletas numa camisa. Pode! Só se vive uma vez (mas se vai a bancarrota mais de uma, I guess...)
Subimos pro Excelsior, que equivale as numeradas do Morumbi, ou as cadeiras inferiores do Mineirão. Algo entre a geral e a arquibancada. Vendia cerveja. Tive que mostrar ID! Uma banda qualquer abriu o show. Fraquinha.
Projeções do Paul começam pelo telão, que avisa: o show começa em 20 minutos. 10 minutos.
COMEÇOU! O cara estava lá! Distante, mas estava lá. A gente tinha um binóculo até honesto. Os telões eram de LED, ótimos! O som ecoava um pouco. Mas FODA-SE! ERA O PAUL McCARTNEY AO VIVO A CORES E EM DOLBY STEREO! UM BEATLE!
Eu ainda custo um pouco em crer que isso aconteceu.
"Drive my car" abriu o show. A banda que acompanha é muito boa! A supresa negativa foi só o público que me acompanhava no Excelsior. Sentados. Só os bebâdos e os maconheiros é quem dançavam. A exceção era uma senhorinha que estava a duas cadeiras de mim fazendo Air Guitar e um pouco de Head Bang! Devia ter mais de 70, deve ter ido no show dos Beatles, eu acho.
O set list é gigante, cheio de músicas novas e coisas fantasmas dos Wings e da carreira solo. Ou seja, pouca coisa salva.
Destaque para a primeira sessão de pianinho: "The Long and Winding Road" e "My Love". Emendado veio "Blackbird" já fora do piano.
Agora vejam a sequência matadora:
"Eleanor Rigby"
"Sing the Changes " (Q?)
"Band on the Run"
"Back in the U.S.S.R."
"I'm Down" (a única que foi tocada no show de 1965 também)
"Something" (Com direito a historinha sobre amistad entre ele e George. Tocada numa violinha do George. Com projeções de fotos emocionantes do George. Lágrimas escorriam, mesmo.)
"I've Got a Feeling"
"Paperback Writer"
"A Day in the Life"/"Give Peace a Chance"
"Let It Be"
"Live and Let Die" (Com show pirotécnico)
"Hey Jude"
Acabou. Aí veio o primeiro bis.
"Day Tripper"
"Lady Madonna"
"I Saw Her Standing There"
Saiu do palco. Aí vem um segundo bis:
"Yesterday"
"Helter Skelter"
"Get Back"
Em "Helter Skelter" eu não aguentei. Fui pular sozinho na escada do estádio. FOOOOOOOOOOOODA! AAAAAAAAAAAA!!
Aí sai do palco! E VOLTA! TERCEIRO BIS!
"Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" e de repente: OH YEAH! ALL RIGHT! ARE YOU GONNA BE IN MY DREAMS TONIGHT?!
Gente, "The End" me emociona no meu mp3 player, só de pensar que foi a última. Imagina terminar o show com ela?
Foi isso que vocês viram no vídeo.
Eu ainda estou abobado, sonhando que o boato de Brasília não vire Luís Caldas.
O Citi Field fica no lugar do Shea Stadium, que foi demolido pra dar lugar a um estádio de 800 milhões de dólares. O Mets joga beisebol por lá. Foi no Shea Stadium que os Beatles tocaram em 1965, inagurando o conceito de show de rock em estádios.
Paul estreiou o palco do Citi Field. Logo na chegada, sensação de estar em um estádio de um país desenvolvido. Cerca de 60 mil pessoas entravam na maior calma, por escadas rolantes, lindão o estádio. De cara, lojinha com official merchandising. 35 doletas numa camisa. Pode! Só se vive uma vez (mas se vai a bancarrota mais de uma, I guess...)
Subimos pro Excelsior, que equivale as numeradas do Morumbi, ou as cadeiras inferiores do Mineirão. Algo entre a geral e a arquibancada. Vendia cerveja. Tive que mostrar ID! Uma banda qualquer abriu o show. Fraquinha.
Projeções do Paul começam pelo telão, que avisa: o show começa em 20 minutos. 10 minutos.
COMEÇOU! O cara estava lá! Distante, mas estava lá. A gente tinha um binóculo até honesto. Os telões eram de LED, ótimos! O som ecoava um pouco. Mas FODA-SE! ERA O PAUL McCARTNEY AO VIVO A CORES E EM DOLBY STEREO! UM BEATLE!
Eu ainda custo um pouco em crer que isso aconteceu.
"Drive my car" abriu o show. A banda que acompanha é muito boa! A supresa negativa foi só o público que me acompanhava no Excelsior. Sentados. Só os bebâdos e os maconheiros é quem dançavam. A exceção era uma senhorinha que estava a duas cadeiras de mim fazendo Air Guitar e um pouco de Head Bang! Devia ter mais de 70, deve ter ido no show dos Beatles, eu acho.
O set list é gigante, cheio de músicas novas e coisas fantasmas dos Wings e da carreira solo. Ou seja, pouca coisa salva.
Destaque para a primeira sessão de pianinho: "The Long and Winding Road" e "My Love". Emendado veio "Blackbird" já fora do piano.
Agora vejam a sequência matadora:
"Eleanor Rigby"
"Sing the Changes " (Q?)
"Band on the Run"
"Back in the U.S.S.R."
"I'm Down" (a única que foi tocada no show de 1965 também)
"Something" (Com direito a historinha sobre amistad entre ele e George. Tocada numa violinha do George. Com projeções de fotos emocionantes do George. Lágrimas escorriam, mesmo.)
"I've Got a Feeling"
"Paperback Writer"
"A Day in the Life"/"Give Peace a Chance"
"Let It Be"
"Live and Let Die" (Com show pirotécnico)
"Hey Jude"
Acabou. Aí veio o primeiro bis.
"Day Tripper"
"Lady Madonna"
"I Saw Her Standing There"
Saiu do palco. Aí vem um segundo bis:
"Yesterday"
"Helter Skelter"
"Get Back"
Em "Helter Skelter" eu não aguentei. Fui pular sozinho na escada do estádio. FOOOOOOOOOOOODA! AAAAAAAAAAAA!!
Aí sai do palco! E VOLTA! TERCEIRO BIS!
"Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" e de repente: OH YEAH! ALL RIGHT! ARE YOU GONNA BE IN MY DREAMS TONIGHT?!
Gente, "The End" me emociona no meu mp3 player, só de pensar que foi a última. Imagina terminar o show com ela?
Foi isso que vocês viram no vídeo.
Eu ainda estou abobado, sonhando que o boato de Brasília não vire Luís Caldas.
22 de julho de 2009
21 de julho de 2009
Relato de NYC
Pensem numa cidade grande como São Paulo, cheia de atrações como o Rio, mas na qual se anda com uma incrível sensação de segurança. Nova York é SENSACIONAL! Nunca gostei tanto de um lugar como de lá. Acho que foi lá que se inventou o termo "cosmopolita". Incrível!
Chegamos na rodoviária, que fica simplesmente a uma quadra da Times Square. Achamos de cara o Junior Chessecake e já experimentamos a iguaria de lá. Ótimo! Depois pegamos o metrô para o Queens. O sistema de metrô é algo de impressionar! E, acreditem, muito simples. Fomos recebidos com flores por uma família que nem nos conhecia. Simpatia e acolhida nota mil.
Logo saímos e fomos ao Ground Zero, onde ficavam as torres gêmeas. Um buracão no qual há uma construção. Betinho comentou algo com que devo concordar: os prédios que ficaram de pé são bastante altos e, pelas imagens, as torres eram MUITO maiores. Deviam ser mesmo impressionantes. Nem deve ter sido tão difícil acertar os aviões nela.
Ali mesmo na Ground Zero, fica a Century 21st. Uma megaloja que vende as marcas com bons descontos. Dali voltamos à Times Sq., muito mais bonita à noite. Tomei café na Starbucks, que tem outro gosto em NYC. Voltamos cedo pra casa.
Na quinta acordamos cedo, fomos pegar o ferry pra Staten Island. É gratuito e passa ao lado da Estátua da Liberdade. De longe, mas de graça, compensou muito. Voltamos para a Times Sq (meu lugar preferido no mundo agora) pra tentar comprar ingresso para a Broadway com desconto. Conseguimos para o Phantom of the Opera (que foi chatíssimo, nem vou comentar). Então resolvemos conhecer a 5th Avenue a pé.
Júlia ficou eufórica em passar em frente às grifes mais chiquérrimas: Tiffanys, Escada, Armani, etc. Chegamos ao Rockfeller Center e visitamos a loja da NBC. Compramos camisas de Friends, Seinfeld e SNL. Ao sair de lá, ocorreu o lance do Obama, que já contei aqui.
Na sexta, fomos para o Metropolitan. SEIS HORAS DENTRO DO MUSEU E NÃO VIMOS TUDO! Saímos de lá boquiabertos e exaustos. Pegamos três metrôs para chegar ao prédio de Friends. A região lá é supercharmosa e que quereria morar por lá. Saímos decididos a subir no Empire States. Compramos os ingressos e na hora de entrar no elevador a mocinha nos avisou que a visibilidade estava quase zero, e que poderíamos voltar outro dia com aqueles ingressos. Desistimos de ir e voltamos pra casa porque estávamos quase mortos.
No sábado, Renato e Ana se juntaram a nós. Então fomos ao Empire States, depois ao Museu de História Natural, almoçamos no Planet Hollywood e fomos para o show de Sir Paul McCartney!
Mas esse merece um post só pra Ele!
Chegamos na rodoviária, que fica simplesmente a uma quadra da Times Square. Achamos de cara o Junior Chessecake e já experimentamos a iguaria de lá. Ótimo! Depois pegamos o metrô para o Queens. O sistema de metrô é algo de impressionar! E, acreditem, muito simples. Fomos recebidos com flores por uma família que nem nos conhecia. Simpatia e acolhida nota mil.
Logo saímos e fomos ao Ground Zero, onde ficavam as torres gêmeas. Um buracão no qual há uma construção. Betinho comentou algo com que devo concordar: os prédios que ficaram de pé são bastante altos e, pelas imagens, as torres eram MUITO maiores. Deviam ser mesmo impressionantes. Nem deve ter sido tão difícil acertar os aviões nela.
Ali mesmo na Ground Zero, fica a Century 21st. Uma megaloja que vende as marcas com bons descontos. Dali voltamos à Times Sq., muito mais bonita à noite. Tomei café na Starbucks, que tem outro gosto em NYC. Voltamos cedo pra casa.
Na quinta acordamos cedo, fomos pegar o ferry pra Staten Island. É gratuito e passa ao lado da Estátua da Liberdade. De longe, mas de graça, compensou muito. Voltamos para a Times Sq (meu lugar preferido no mundo agora) pra tentar comprar ingresso para a Broadway com desconto. Conseguimos para o Phantom of the Opera (que foi chatíssimo, nem vou comentar). Então resolvemos conhecer a 5th Avenue a pé.
Júlia ficou eufórica em passar em frente às grifes mais chiquérrimas: Tiffanys, Escada, Armani, etc. Chegamos ao Rockfeller Center e visitamos a loja da NBC. Compramos camisas de Friends, Seinfeld e SNL. Ao sair de lá, ocorreu o lance do Obama, que já contei aqui.
Na sexta, fomos para o Metropolitan. SEIS HORAS DENTRO DO MUSEU E NÃO VIMOS TUDO! Saímos de lá boquiabertos e exaustos. Pegamos três metrôs para chegar ao prédio de Friends. A região lá é supercharmosa e que quereria morar por lá. Saímos decididos a subir no Empire States. Compramos os ingressos e na hora de entrar no elevador a mocinha nos avisou que a visibilidade estava quase zero, e que poderíamos voltar outro dia com aqueles ingressos. Desistimos de ir e voltamos pra casa porque estávamos quase mortos.
No sábado, Renato e Ana se juntaram a nós. Então fomos ao Empire States, depois ao Museu de História Natural, almoçamos no Planet Hollywood e fomos para o show de Sir Paul McCartney!
Mas esse merece um post só pra Ele!
God Bless America...
...e todas as suas lojas de eletrônicos a preços acessíveis, que nos fazem querer gastar todas as nossas economias.
Mas pra que foram me colocar em um hotel AO LADO da Best Buy? Why??? Why???
Estou a duas quadras da loja da Apple e mais um monte de outras lojas bacanas. Quero comprar tudo!!!
Só para contar uma coisa, chego em Chicago, pego um táxi e falo para onde ele deveria me levar. O taxista vira pra trás e me pergunta: So, are you coming from India??? Ok, ok, aceito a fama de indiano. Estou na moda.
Ai, Palilo, meu afilhado querido, eu gostaria muito de fazer uma visita à sua família, mas por motivos empresariais, terei que ficar por aqui até a sexta-feira, quando partirei de volta ao Brazzzzil.
Eu agora estou no saguão do hotel, com a bateria do computador me informando que só tenho mais 10 minutos.
Beijos no coração de todos e see you tomorrow my friends!
Mas pra que foram me colocar em um hotel AO LADO da Best Buy? Why??? Why???
Estou a duas quadras da loja da Apple e mais um monte de outras lojas bacanas. Quero comprar tudo!!!
Só para contar uma coisa, chego em Chicago, pego um táxi e falo para onde ele deveria me levar. O taxista vira pra trás e me pergunta: So, are you coming from India??? Ok, ok, aceito a fama de indiano. Estou na moda.
Ai, Palilo, meu afilhado querido, eu gostaria muito de fazer uma visita à sua família, mas por motivos empresariais, terei que ficar por aqui até a sexta-feira, quando partirei de volta ao Brazzzzil.
Eu agora estou no saguão do hotel, com a bateria do computador me informando que só tenho mais 10 minutos.
Beijos no coração de todos e see you tomorrow my friends!
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