30 de abril de 2009

Me deixa sair...

Um pouco de vagabundagem não me faria mal nesse momento.

Cansaço eterno :/

29 de abril de 2009

Busto no emprego

Busto e R. no emprego.



(e eu também, se tivesse um)

Penso que a internet veio para nos salvar, os operários, das infinitas horas da mais completa atoíce no trabalho. Sempre tem, né? Esse momento inútil. Um tédio lastimável enquanto se espera pela hora de bater o cartão.

O que será que os antigos faziam? Palavras cruzadas? Bateção de perna no corredor? Soneca embaixo da mesa?

JOGUINHO

Joguinho pra quando você estiver meio a toa.
http://www.oneplusyou.com/bb/view2/countries
Basta digitar o nome do país (em inglês) que estando certo, já libera pra você digitar o próximo.

Taí meu resultado:

59
Created by OnePlusYou - http://www.oneplusyou.com

28 de abril de 2009

Miolos

Eu estou lendo 'Incidente em Antares', pois tenho uma encomenda de um estudo da obra. Ela foi escolhida para a prova de seleção do CFO (Centro de Formação de Oficiais) da PMMG.

É um livro muito bom! Realismo fantástico da melhor qualidade.

Aliás, do Érico Veríssimo eu li "O continente" de "O Tempo e o Vento", e foi uma das melhores leituras que eu já fiz. Um épico digno de cinema hollywoodiano.

Mas voltando ao "Incidente", estou relendo nas minhas tardes de folga. Geralmente, terças e quintas. O problema é que na segundas e quartas eu dou aula pela manhã, tarde e à noite. Resultado, invariavelmente os capítulos começam a se embaralhar depois do almoço e caio no sono, sem perceber.

Das duas últimas vezes, aconteceu o mesmo: li vinte, trinta páginas e sucumbi. E sonhei com o livro. E meu último sonho foi povoado de zumbis. Tipo "A noite dos mortos-vivos". Loucura total. Claro que no meu sonho a coisa é mais non-sense. A história se passa em Itanhomi, onde meus avós moravam. E eles estão vivos em alguns momentos, já mortos em outros e zumbis em outros. E é preciso matar os zumbis. Aí a coisa se mistura com "Resident Evil" e com aquele episódios de halloween dos Simpsons em que os zumbis clamam por mioooooolos!

Então o despertador toca pela primeira vez e, instintivamente, eu aperto o Snooze. E volto a sonhar com a defuntada putrefata por eternos nove minutos, até que o despertador esguela de novo.

Tem sido assim meus últimos dias!

Beijas!

... e do canto uma canção!

Trilha sonora para o post abaixo. Maravilha. Adoro a gradação do arranjo: sentimental, black, fanfarra de circo e empolgação tresloucada.

"E OS ASTRONAUTAS!?"

Há um mundo bem melhor...

... todo feito pra você!

Se Marc Jacobs saiu disso:


Para isso:


Há esperança para mim, não há? Penso que sim.


Daqui.

SOLICITAÇÃO

Eu desejo meus poderes de volta.
Sim, pq se H., desculpem, H., pode editar meu post apenas pq eu escrevi o nome H., desculpem, H., eu também tenho o mesmo direito de editar.
Grato pela atenção de todos!

27 de abril de 2009

Paz

Desculpe te incomodar, mas é muito urgente Tenho um amigo que vem de muito longe e precisa ficar em algum lugar, assim dei o endereço da sua casa. Te peço que o recebas e o ame. O nome dele é Jesus de Nazaré.
Agora diz baixinho: "Jesus de Nazaré eu te amo e preciso de ti, limpa meu ♥ com teu sangue, bendito seja-o na minha casa."
Mande esta mensagem a 15 pessoas e vais ter um milagre amanhã. Peço-te: NÃO IGNORE !

Veto? Como faz?

C.R. - vou fazer três semanas na ásia mesmo
B. - ai, q sufoco?
leva uns fandangos para garantir refeições seguras
C.R. - nao posso mais alimentar a esse amor tao loucoooo
que sufoco!
B. - eu adoro a marrom!
C.R.. - eu tb hahahahahahahaha
B. - tenho que ficar lutando contra esse amor, escondendo da sociedade, baixando músicas, ouvindo e deletando em seguida.
bom é encontrar um igual!
C.R. - hahahahaha high five
o/
B. - \o

E viva o Google Reader!
VETO!!!

26 de abril de 2009

Allez Le Bleu!

Jemt, Clarissa Rocha esteve por aqui e nem deixou um alô!

Ou então temos outro leitor em Jouy-en-josas!

Aliás, rapazes, cliquem no item "vista da rua" no link acima.

O Google me fascina!

DEU PAU

Amigos, minha primeira meia-maratona deu pau. Na verdade, eu não arreguei. Até estava muito bem fisicamente. Mas tive que parar minha prova para ajudar uma pessoa que treina na minha equipe. Ela passou bem mal mesmo e ela achava que estava indo ao encontro do Pai. Até assustei um pouco. Andamos em carro com sirene e fomos levados até o posto de atendimento médico. Durante uma hora, soro, balão de oxigênio e muito gelo no corpo dela pra baixar a temperatura.
Nessas horas não tem como deixar uma pessoa passando muito mal e você simplesmente colocá-la no canto, chamar a ambulância e depois seguir correndo naturalmente.
Mas valeu. Fiz 13km inteirão e em um bom tempo.
Fica pra próxima!

Snootchie Bootchie

Certa vez, assistindo ao Programa Livre do Serginho Groisman, eu vi o Caetano Veloso falando muito mal de um filme: Procura-se Amy. Pensei que se o Caetano não gostou, deve ser bom.

Não me lembro como que tive acesso ao filme (naquele tempo baixar coisas não era tão simples), mas quando assisti, achei bom demais. Foi o primeiro filme do Kevin Smith que eu vi.

Depois foi Dogma. Só então fui atrás de Clerks. Clerks é obra-prima da tosqueira. Kevin smith é mestre!

Esse fim de semana, assisti ao Clerks 2 e a "Zack and Miri make a porno", os dois últimos dele. Duas merdas que eu achei o máximo. Palavrões, diálogos vazios sobre cultura pop lado b, história sem pé nem cabeça (se bem que o zack and miri tem uma história sim) ... o que mais precisa um filme para ser ótimo?!

Além do que no Clerks 2 tem uma das melhores cenas do Jay...



Antológica!

25 de abril de 2009

TÁ CHEGANDO A HORA...



Amanhã, minha estreia em meia maratona. Serão 21,097Km de muito esforço e dedicação. :)
E bem nessa semana eu peguei uma bela gripe e não pude treinar nenhum dia. Não estarei com 100% do meu condicionamento físico. Mas nada que me faça desanimar.
Veremos se os quenianos são bons corredores como dizem por aí. Veremos...

DA SÉRIE

Da série (quase) indo ao encontro do Pai...




... Ferreira Gullar.


Mas o cabelo continua bonito. Aposto como ele nem se importa e lava com sabonete. Quando tem. Né. Triste é a vida.

24 de abril de 2009

V.A.

Agora, ao lado do Meliá Confort Park, está o Meliá Brasília. Único, grandioso, esplêndido. Um cinco estrelas à altura de tudo o que esta cidade representa pra o mundo. Meliá Brasília. Pronto para você. Pronto para Brasília.

Vergonha eterna desse pessoal da publicidade. Eterna.

LIBERO SIM

Não permitimos a presença de bichas reprimidas nesse estabelecimento.

Legião Futebol Clube

Aqui na Ilha havia um time de futebol chamado Legião Futebol Clube. Cês viram isso? Era em homenagem ao, adivinhem, Legião Urbana. Que beleza! É uma combinação que faz muito sentido na minha cabeça.

Diz a lenda que eles distribuíam docinhos e refrigerantes pro povo ir aos jogos. Nunca fui e acho que me arrependo. A gordice sempre guiou minha vida.

E o melhor é: diz que o hino da torcida era Tempo Perdido. Visualizem um estádio cantando: nosso suor sagradooooo, é bem mais belo que esse sangue amargoooo!

Novamente, faz muito sentido.

Muita pena do time ter morrido antes de terem eleito um mascote, pq um mascote desse time, com essa temática, só poderia mesmo ser uma coisa escandalosamente boa. Tipo uma gazela de barbicha e óculos de grau fazendo ROARRRRR.

Pena.

Vista

Oi, meu nome é H. e eu não sei usar o Vista.

Há séculos não me sentia burra assim com um computador!

>:/

23 de abril de 2009

Criiiiiiiiiiiise no blog!

Jemt,

eu cheguei num estágio em que futebol não me desperta paixões, ou invejas... Gosto do meu time, torço por ele e pronto. Não passo disso... Até me simpatizo pelo Sport na libertadores, por causa de vocês, e porque a gente sempre tende a torcer por times de menor expressão... (Brinks!)

Mas que uma mascote com nome de Léo fazendo ensaio fotográfico é bastante sensível, isso é inegável.

Mas acho que R. resumiu bem: o importante é ser feliz, até mesmo no futebol.

Vide o Richarlyson.

Ass: Minduim
Bahia, o Brasil nasceu aqui.

AOS INVEJOSOS...


...fotos do Léo, feliz e serelepe na Ilha do Retiro.

À Flor da Pele

Queria dizer não, mas vou dizer...

Esse negócio de colocar nome em bicho de pelúcia, em mascote de time...

Sei não, hein...

Aguenta coração...

Camisa: Ok!
Bermuda: Ok!
Bandeira: Ok!
Chinelo: Ok!
Léo: Ok!
Resultado: Sport 2 x 1 Colo Colo

22 de abril de 2009

Holiday Road

Três cocotas passeiam pelo calçadão praiano, clamando por uma brisa que não vem, por um sol que não sai, e procurando abstrair o aconselhamento geral de que aquele era um lugar perigoso: muitos possíveis assaltos, males de todas as espécies, horror, chamas e destruição.

Uma pequena multidão masculina entre maltrapilha e desnuda é avistada descendo, ao longe, uma ladeira.

Cocota1: Caraca, olha ali, malfeitores. Putz... Vamos mais devagar.
Cocota2: Que nada, são bombeiros!!! :D :D VAMOS MAIS RÁPIDO!

Cocota3 é obesa, tem dificuldades de locomoção e já estava decidida a entregar tudo o que tinha aos assaltantes. E nada aos bombeiros.

The B-52's

Talvez o B-52's tenha as melhores músicas de festa de todos os tempos. Mas ao vivo, eu não senti esse clima de festa eterna, sabe.

Achei que o Fred Schneider estava com uma puta preguiça daquilo tudo, que estava ali pra justificar o cachê. Que a Cindy Wilson estava afônica, mas pelo menos animadinha. E que só se salvou a Kate Pierson que ainda canta muito, tava com a carinha boa e puxava os hits mais animados.

Outra coisa que desanima é o tal de disco novo. Banda com mais de 25 anos de sucesso não deviam gravar discos novos, deviam viver de hits para todo o sempre amém. Vide as turnês do Iron Maiden e do Kiss. Nada de música nova, só crássicos! Pena que eu não curta nenhuma das duas e não animei vender a alma para ir nos shows.

Mas é assim que deve ser. Toque os hits que todo mundo se anima. Certo que os velhotes tocaram quase todos: Private Idaho, que eu gravei um pedacinho, Love Shack, Party of bounds, Planet Claire e Rock Lobster.

Mas faltou Legal Tender... que o povo pediu insistentemente, mas eles não quiseram entender e saíram egipciamente!

Taí um videozinho de Private Idaho:

video

De qualquer forma, pagamos meia entrada e valeu pelo evento como um todo!

Mais uma banda 80's para nosso currículo.

XoXo
Gossip Girl

É difícil...

...ser um hipocondríaco casado com uma farmacêutica.
Mas é somente nesses momentos, quando eu quero tomar todas as drogas do mundo para melhorar de uma gripe e sou vetado. Tendo que me satisfazer apenas com um Tylenol e pastilhas para a garganta. Nos outros momentos, nada a reclamar!

21 de abril de 2009

BREVE RELATO DE UM TORCEDOR COM FAMA DE PÉ FRIO

Amanhã tem jogo do Sport pela Libertadores. Podemos nos classificar por antecipação, e eu tenho muito medo de assistir a jogos decisivos. Tenho uma grande fama de pé frio. Claro, tudo intriga da oposição.
Como aqui em Beverly Hills só são transmitidos jogos dos dois principais times locais, eu vi poucos jogos do Sport. A maioria era via internet mesmo. Assisti apenas a vitória sobre o Vasco por 2 a 0. Depois o jogo de volta (estava no Recife) decidido nos penaltis. Também assisti os jogos da final. Uma vitória e uma derrota. Mas eu acredito que a vitória se deveu a todo um ritual em que eu usei bermuda, camisa e chinelos do Sport, bandeira estendida na janela da sala e o mascote, Léo, sentado ao meu lado durante todo o jogo. Enquanto isso, L. ficava no nosso quarto, deitada, porque foi assim que aconteceu o primeiro gol e assim deveria se manter até o final do jogo. Deu certo. Fomos campeões.
Veio a Libertadores. Primeiro jogo, contra o Colo Colo no Chile. Eu estava em Buenos Aires. Para minha raiva, a Fox Sports não iria transmitir aquele jogo para lá, teria que me contentar em ver o jogo do Boca. A conexão do hotel era péssima, não consegui ver o jogo pela internet, nem sequer ouvir. Acompanhei pelo placar UOL. Vitória de 2 a 1.
Segundo jogo, contra a LDU. Nesse dia eu estava em Assunção. Mais uma vez o jogo do Sport, atual sensação do torneio, contra a LDU, atual campeã do torneio, não era o mais importante da rodada e não seria transmitido ao vivo pela Fox Sports. Mas a conexão do hotel era boa e consegui ver o jogo pela internet. Vitória de 2 a 0.
Terceiro jogo. Adversário: Palmeiras. O mais temido por mim. Dessa vez veria o jogo ao vivo, sem estar fora. Ledo engano. Para Beverly Hills seria transmitido um jogo do time local. Mas esse jogo da equipe de Beverly Hills atrasou e enquanto não começava, pude ver boa parte do primeiro tempo do jogo do Sport. Para minha tristeza, vi o Sport levando um gol. Em plena Ilha do Retiro. A Bombonilha! E depois, pela internet, o segundo gol do Palmeiras, calando a torcida.
Uma semana depois, jogo de volta contra o mesmo Palmeiras. Vejam bem, esse jogo eu pude acompanhar todo. Na íntegra pela TV. Esqueci de colocar o Léo do meu lado no início do jogo. 1 a 0 para o Palmeiras. Lembrei do Léo e o levei para o sofá, para ver o jogo ao meu lado. Sport empata de forma heroica. Segundo tempo tenso. Muito tenso. Eu e Léo já não aguentávamos mais. Mas deu certo. O famoso empate com gosto de vitória.
Para amanhã, uniforme completo e Léo do meu lado. Pelo saldo, vocês acham que sou mesmo pé frio?

E para encerrar... por hoje...

Apresento-vos Bruno Aleixo!



BRUUUUUNO!

Rio - Parte 1 (À moda de Darwin)

Na sexta-feira, trabalhei até o meio-dia. O voo era 14:35, check-in às 13:35. Contando que teríamos que viajar do aeroporto de Far Far Away, calcule-se uma hora de viagem até lá. Cheguei em casa 12:15 ainda tendo que fechar a mala e comer qualquer coisa. Não deu tempo de almoçar.

Conseguimos sair 12:40 e chegar ao aeroporto 13:30. Como era GOL, atrasou. Decolamos 15:30 e pousamos 16:20. No Galeão, que não tão longe quanto Confins, mas também não é perto, a não ser do que também é longe. Pegamos um ônibus para o Santos Dummont. Aqui, o ônibus de Far Far Away ao centro custa 16 reais. Lá, pagamos 4,00.

Passamos pela assombrosa Avenida Brasil. Cenário Mad Max. E trânsito pesado até o centro da cidade. (Engraçado como falam do trânsito de São Paulo e nem comentam o do Rio. Em compensação, como satanizam a violência do Rio e quase não comentam a de Sampaulo.) Chegamos ao Santos Dummont às 18:00. E logo encontramos nossa anfitriã, Maria Julia, meu anjinho.

Táxi até a Tijuca. Check-in. Banho (mentira...). Yakisoba. Rumo ao show.

O Citybank Hall fica na Barra da Tijuca. Outro confim do universo. Mas é um espaço muito bacana pra show. Não há nada parecido aqui em Beverly. Aqui temos espaço para shows de 200 pessoas ou 20000. Não há espaço decente para algo intermediario. Quer dizer, até tem, mas é teatro. Show em teatro é só de artista BORIIIIIIIIN!

Bem, sobre o show, espere pela parte 2.

Ass: FoX-Fu
(brinks...)

... continua sendo...

Voltei. Estivemos no Rio de Janeiro nesse fim de semana.

Três motivos nos levaram até lá:

01 - The B-52's
















02 - Casamento do Shinobi
















3 - emdjei
















Nos próximos capítulos, detalhes ilustrados sobre os três eventos.

Não perdam!

Agora soooooofre!

 Tim Maia - Sofre

20 de abril de 2009

CRIANÇAS SÓ DIZEM A VERDADE

Ótima frase dita pela minha sobrinha/afilhadinha:

"Tia H. faz a barba!!! HAHAHAHAHAHAHAHAHA"

16 de abril de 2009

BOLÍVIA



La Paz.
Como sou um atleta, nunca passei mal por causa da altitude. Mentira! No primeiro dia da primeira vez que eu estive por lá, tive uma dor de cabeça incrível. Mas foi só pedir um chá de coca que em 10 minutos já estava novo. Agora toda vez que eu vou, fico à base das soroche pills e do chá de coca. Funciona. Mas não me peçam pra fazer anti-dopping.

Pai, perdoa...

É a idade!

15 de abril de 2009

O tempo passa, o tempo voa...

Dia desses, B. colou pra mim um post do finado Pérolas onde eu comemorava meu primeiro dia de estágio no laboratório que estou até hoje.

Hoje comemoro minha primeira participação em uma banca examinadora de monografia, como mestre :~

Já já é o doutorado.

Mais um tempo depois, pós-doc.

E emprego decente de verdade que é bom... só o Pai sabe.

13 de abril de 2009

Rodália

Tivemos nosso primeiro acesso internacional. Veio de Providence, cidade mais importante de Rhode Island, pequeno estado da Costa Leste Estadunidense. Como a Flórida, Massachusets, New York e New Jersey, Rhode Island também é recheado de imigrantes brasileiros.

Estes chamam o Estado carinhosamente de Rodália. Assim como Vermont, virou Vermão. Aliás, o dialeto crioulo dos imigrantes é bastante pitoresco. Termos como parkear (=estacionar), bisado (=ocupado), por exemplo, recheiam o português daqueles que tentam "fazer a América".

Aliás, chamar os Estados Unidos de "América" também é costume deles. Mas isso eu não acho pitoresco.

Gosto mesmo é de Rodália.

Então, abraço para nosso(a) leitor(a)de Rodália.

PS: Providence já foi tema/cenário de uma série que passava na Warner nos idos de 2000. Alguém se lembra?

KATIE ME AJUDOU!!!



Rafael, só você conseguiu entender minhas dificuldades e com a sua indicação e a ajuda de Katie, que fala bem manso, eu consegui essa proeza.
Entendam que eu sou visual, preciso VER para entender. Quando eu falo para colocar um passo a passo, se possível com figuras, não estou exagerando.

Mais uma vez, obrigado Rafael!!!

E fiquem agora com esse vídeo que coloquei como teste.

Té mais

Pra quem não sabe ou não ganhou tchau, até mais, tou saindo de férias, volto semana que vem.

Sejam bons!

Tenho um coração com buraquinhos

O pior caráter é o dissimulado >:/

Pior ainda é o besta que acredita na dissimulação.


Prontofalei.

12 de abril de 2009

AJUDA!!!

Pode parecer simples como escrito abaixo, mas eu tentei, tentei, tentei e tentei. Não consegui colocar o vídeo!!! Por favor, me expliquem melhor, quem sabe colocando um passo a passo. Com figuras, se possível.

O negócio do RSS eu acho que consegui, apesar de não ter a menor ideia para que serve.

Usem títulos

Pode ser um idiota como o deste post. Mas os títulos alimentam os feeds RSS.

Fica mais fácil saber se houve atualizações.

Quanto ao Youtube, é facil colocar o vídeo direto aqui. Do lado direito, logo abaixo das informações do vídeo tem dois campos: um com a URL e o outro com o código para incoporar o vídeo em outras páginas. Basta copiar esse código e colar no post.

Às vezes, o tamanho do vídeo não se encaixa no layout do blog. Aí bastar editar o código que você colou mudando as medidas para outras menores.

Simples.

Acho que até R. consegue.

Depois eu falo sobre os marcadores.

DOIS MAIS

Já que hoje é dia de ver vídeos, aí vão mais dois.





A qualidade do segundo vídeo não é muito boa, mas tá valendo.

Madonna canta Calypso

Aproveitando a onda de vídeos feitos por quem não tem o que fazer...





Também muito bom é Mettalica Cantando Adocica

Recut

Esse aqui que não é novidade mesmo, mas acabei de rever o filme e lembrei que era o meu recut predileto.



"Meet Danny! He's a kid looking for a dad"

11 de abril de 2009

Versão literal

Não é exatamente uma novidade, mas é muito legal! Vejam aí (começa em 00:28 e termina no 3:13. Parece que o vídeo original "is no longer available"...)



Vejam também a versão literal de "Head over Heels" do Tias Fofinhas. Vale a pena também.

Bacci!

Das coisas que encontro mundo afora - Banheiro em Caracas, Venezuela


10 de abril de 2009

Uma vez fui ao Iate Clube daqui de Isla Braz com a turma da faculdade. Não era sócia, claro, nem íamos para diversão, claro também, era um trabalho de Urbanismo e a gente só estava ali para observar o terreno.

Pois.

Quarta-feira à tarde, dia branco, dia de labuta, dia de acordar para vencer e nos mostrarmos força produtora nesse país, certo? Mas eu passava pelas piscinas e via gente lá, tomando sol. Passava pelo pier e tinha gente tirando seus barquinhos para passear. Passava pelos quiosques e pessoas relaxavam ao tomar um drinque tropical.

Bando de gente a toa, tomando sol, num dia como hoje.

Fui tomada pela inveja e por um clarão revelador:

Será isso que chamam... Felicidade?

Acho que é. Não é? Há de ser.

Desde então, meu objetivo na vida é ser como eles, uma pessoa que pode ser a toa na vida em plena quarta-feira à tarde. Ir ao clube, ao cinema, à drenagem linfática, à feirinha comprar flores para enfeitar a casa...

Passados muitos anos, ainda não encontrei o caminho.
Como faz?

Back to the future

Meus pais são de Caruaru. Na verdade, meu pai que é, mas minha mãe foi pra lá com a família ainda na infância.

Meu avô paterno tinha um hotel e o perdeu com dívidas de jogo. Simples assim. Era o hotel mais luxuoso da cidade, se não era o único.

Sabe aqueles lugares que você passa pela frente e calcula que não é pro seu bico, mas que seria maravilhoso que fosse? Era assim que as minhas tias, irmãs da minha mãe, se sentiam na infância em relação ao ex-hotel do meu avô que elas nem conheciam na época.

Hoje o hotel ainda existe e continua bom. Minhas tias e mainha, sempre nostálgicas, decidiram comemorar o aniversário de uma delas (que voltou a morar lá depois de anos) no tal hotel. Diversão mácxima!

Aí fiquei pensando cá com meus botões como e onde seria uma festa dessa com meus irmãos? Não consegui pensar em nenhum lugar do tipo que a gente pudesse ir daqui a 10 anos. A vida no interior é sempre mais cheia de causos, né? A única coisa que consegui foi visualizar como seria a foto... R. com um Gatorade na mão pra repor as energias da corrida que tinha feito com sua saudável família, D. e S. com refrigerantes nas mãos porque iam ter que sair correndo mais cedo da festinha pra levar ou buscar seus familiares em algum lugar e eu, a única menina, a mais nova de todos, com um copo de chopp, cabelo desgrenhado e olheiras piores que as de hoje, correndo pra casa pra terminar a escrita ou a leitura de alguma coisa.

Não quero brincar desse futuro.

9 de abril de 2009

Carregando RSS...

Então, estou hospedando meu pai aqui em casa. Por isso, não venho postando com mais frequência (cheguei a usar o trema... saudades dos velhos tempos).

Na verdade, estou é sem assunto mesmo.

Ontem, por exemplo, fui ao Mineirão depois de algum tempo, acho que há mais de um ano que não ia lá. Nem conhecia os telões. Bacanas, mas inúteis. Perdi o primeiro gol por causa do trânsito e fiquei na esperança de passarem replay no intervalo. Em vez disso, ficava dando close em alguns torcedores e nos jornalistas em serviço.

Aliás, paramos o carro há mais de um quilômetro do estádio pra não perder ainda mais do jogo. E subimos correndo a avenida, e ainda demos a volta em meio Mineirão para entrar no portão do ingresso. Tá certo que perdi alguns kilos nos últimos tempos, mas preguei. Ainda há muito o que perder. Ainda tive que assistir o resto do primeiro tempo em pé. Depois de 9 aulas pela manhã e pela tarde, e de uma leve caminhada do metrô até o curso e vice-versa. Me considero um atleta por isso.

Na jogo, tinha um Forrest Gump do meu lado. Segundo ele, aquela era a 1653ª vez que ele ia ao estádio, número que ele trazia anotado na mão. Foi árbitro de futebol durante seis anos, chegou a treinar no São Paulo, era exímio batedor de falta ("Falta tem que ter frieza...") e por aí vai. E olha que ele não estava conversando nem comigo nem com ninguém. Dizia as suas proezas ao vento, mas ninguém clicava no pop-up com medo do que viria pela frente. E ainda discutia os lances do jogo com o policial de plantão. Que o respondia! Mudei de lugar.

Depois ainda fui com J. a um pub encontrar com os amigos de trabalho dela. Tocava uma bandinha cover de Rock-BR. Eu soube todas as letras. E não me orgulho disso. A banda era boazinha, parecia formada por alunos de escola de música. O vocalista tentava imitar os timbres dos cantores originais e fazia air guitar em todas as músicas. Mas tudo bem, o chopp era 2,50.

O pub, que eu nunca tinha ido, tem um espaço legal, ar condicionado que funciona e um sushi lounge agradável. Ainda que tenhamos ficado na fila uns 20 min pois alegavam lotação da casa, esse lounge estava bem tranqüilo. Mas para pagar só havia um caixa e uma fila muito mal organizada. Tudo bem, o chopp era 2,50.

Chegamos às 3 e 30 da manhã. E desmaiei. Acordei às 13. Quebrado. E cá estou de novo na cama.

Amanhã tem peixe no cardápio, afinal quem não tem religião é católico não-praticante e não come carne na sexta da paixão. Pago a penitência então.

E domingo é páscoa. Renascimento. Vida. Até onde eu sabia, por isso o ovo era um símbolo da Páscoa. Não o chocolate. Mas agora os ovos deixaram de ser ovos. Deixaram de lado a hipocrisia religiosa e vendem o chocolate pelo chocolate mesmo. Sem simbolismos. Dá pra comprar corações, diamantes, quadrados e bastões de chocolate. O novo símbolo da Páscoa. Talvez Montezuma pudesse explicar.

Vou indo aqui!
Abraços Grátis para todos!

8 de abril de 2009

RÁ!!!

Vinte anos separam meus dias sedentários de hoje da última atividade física regular (aulas de natação na piscininha quente infantil). Quer dizer, separavam. Separavam pq agora, meus caros, eu sou atleta e pratico yoga. Lembram?

É duro, vou contar. Dói tudo e eu sequer tenho o conforto de saber que são pedrinhas. Não são. É só meu corpinho debilitado clamando por paz. Corpinho de uma senhorinha de 70 anos que passou os últimos 20 em coma e sem fisioterapia. Me admira que eu ainda consiga andar. Tem que ser muito forte para andar. As vovós da aula são muito mais flexíveis que eu. Sofro. Por vezes tenho que ficar paradinha em pé "na montanha" e me desequilibro e quase caio. Quer dizer, tenho sérios problemas. Sofro mais.

Mas, no calor da 1a aula, adquiri roupinhas, vejam, adquiri um tapete também (o da academia era sujo e tinha chulé) e foi tudo muito caro, e com o dinheiro alheio, de forma que agora tenho que fazer valer o investimento. Ficarei lá para sempre. Duro.

O jeito, então, é me entregar e, como R., traçar metas. Acompanhem a evolução.

Essa sou eu hoje, 2009:

Ronnnnnnnnnc.

Eu em 2029:

S02


Doutor Paul,

Você sabe, mas eu gosto de repetir, por você eu tenho amor. O mais intenso, puro e incondicional amor. Fico feliz que tenhamos retomado nosso relacionamento.

Sempre sua,
B.

P.s.: Nunca mais me deixe.

7 de abril de 2009

Keep Running

Prova de domingo: 10km em 59 minutos e 01 segundo.
Meu melhor tempo desde que comecei a treinar em janeiro de 2008. Mais precisamente, 19 de janeiro de 2008. Dia também em que eu tive uma grande crise renal e acreditava que a razão disso tudo havia sido o churrasco de aniversário de P. ou o excesso de esforço naquela manhã. Mas não, era apenas uma pedrinha saindo do meu rim. Hoje estou bem, mantenho três pedrinhas cuidadas com muito carinho e líquido. E descobri também que isso não tem nenhuma relação com minhas corridas.

Próxima meta: Meia Maratona da Linha Verde.

Pork and Beans

Meu adoentado computador está na uti e o novo está a caminho dos meus braços, portanto, não posso trabalhar. Minha vida (inclusive a versão final da minha dissertação que ainda não foi impressa e, não, senhores, não tenho um backup da última atualização!) está toda lá. Também parte da diversão com minhas músicas. Vai dar tudo certo no final, disse o moço da assistência. Rezemos.

Obviamente que não é nada ruim passar o dia jogando sudoku, lendo ou escutando as músicas que me restaram no mp3 player, mas a consciência me manda não pensar tão leve.

Enquanto isso, Gabito é meu melhor amigo (tão de vida desorganizada, mas poética, esse menino...) e mando muito amor pelos ares pro Weezer de agora, o do Red album :~

5 de abril de 2009

4.848 pra mim também, por favor.

Sonhei que tinha um psicopata me querendo. Chegava em casa e havia pequenas pichações misteriosas nas minhas paredes todos os dias, muitas, espalhadas pela casa inteira. Um dia abro a porta e encontro quem eu descubro ser o autor delas, em plena atividade, com seus lápis na mão. Era bem novo e feio. E psicopata, é claro, qualquer um logo notava. Eu notei, e ele, notando que eu havia notado, aproveitava o momento para confessar que me queria e que as pichações falavam de amor.

Psicopatia, soildão e amor.

Em vez de sair correndo, clamando por minha vida, fico lisonjeada e considero aquele o nascimento de um grande romance.

Assim.

Aí eu pergunto: é grave, num é?

L'amour toujour... pero no mucho

"O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas."

Desde que eu e J. começamos a namorar, são exatos 4.848 dias (ih, que número legal). Nesse período, se a gente deixou de se ver 48 foi muito. Sério. Seríissimo. Mesmo assim, em muitos (senão, todos) desses dias nos falamos por telefone ou algo parecido.

E penso eu que grande parte do nosso amor, vem daí. Sim. É nisso que acredito.

4 de abril de 2009

Onda Verde 2

Bom, vamos manter o tema.
Acho que todos aqui sabem que eu agora sou atleta e que no final do mês correrei minha primeira meia-maratona. E amanhã terá uma prova de 10Km, quem morar em BH pode ir lá torcer por mim. Domingo às 8 horas da manhã. Espero vocês!
Mas vamos ao tema. No próximo mês haverá uma prova chamada Eco Run, que a princípio teria uma proposta ecologicamente correta. No ano passado, quando terminávamos a prova, cada participante ganhava uma muda de alguma espécie nativa para plantar e fazer sua parte por um mundo melhor. Achei legal a ideia, até tentei pegar um Pau Brasil, mas só me restou um Ipê Amarelo. Essas mudas, todas plantadas, neutralizariam as emissões de O2 produzidas pela Eco Run. Então, para 2009 eles deveriam manter essa mesma ideia, mas não, resolveram mudar e agora obrigam cada pessoa que se inscrever na prova a doar R$1,00 para o WWF. Obrigam porque a inscrição agora custa R$1,00 a mais, ou seja, ou você "doa" ou não corre a prova. Avaliem que serão em torno de 3.000 doações nesse valor. E eu nunca sei se o dinheiro arrecadado nesse tipo de campanha vai mesmo para a instituição que eles falam. Na verdade, eu acredito mais é que esse dinheiro vai direto pro bolso de algum "esperto" ou algum escroque qualquer. Prefiro fazer minha parte na salvação do planeta de forma espontânea e não sendo obrigado.
Será que eles farão prestação de contas dessas doações?

Onda Verde

Na onda do post de H., segue um videozinho meio longo mas bem legal.

Alimentos Frankenstein

Depois que entrei nesse projeto dos transformação vegetal os amigos não param de me fazer perguntas sobre transgênicos, o que me faz querer responder todas, então corro atrás, pesquiso e respondo. Sãoo perguntas pertinentes, mas a grande maioria das dúvidas aparecem pela pura falta de informação. Não, não é culpa dos desinformados, é culpa de quem não informa. A sociedade científica ainda não se deu conta de que é preciso se chegar à massa pra que o nosso trabalho não seja em vão, uma vez que é pra população que a gente trabalha (na teoria). Nada valeria a pena se os produtos criados ficassem só nas revistas científicas, sem serem aplicados.

Quero fazer minha parte já que quem paga minha bolsa de doutorado são os impostos dos desinformados.

Procuro sempre manter o senso crítico porque não quero ser mais uma determinista. O mundo científico tá cheio de deterministas, de deuses.

Um amigo meu viu em um site alguns produtos geneticamente modificados e me perguntou se eram de verdade. Não me dei o trabalho de pesquisar todos, mas pesquisei o mais chamativo, o Lemato, que nada mais é um exagero de um maravilhoso artigo científico publicado na Nature Biotechnology, uma das revistas mais respeitadas no mundo. Uma foto de um tomate, uma foto de um limão, um photoshop e... TCHANAAAAM!!! Criou-se a dúvida e, no caso dos que não se importam em perguntar e acreditam em tudo que vêem na internet, MEDO! O Greenpeace é ótimo pra criar esse tipo de situção. Chega a ser divertido de tão abusrdo.

E agora vou cagar o blog porque não tenho poder de síntese...

Onde está a prova de que os alimentos transgênicos são, por natureza, inseguros?, pergunta a Royal Society

Alegações de que alimentos que contêm ingredientes de plantas geneticamente modificadas são, por natureza, menos seguros do que suas contrapartes convencionais permanecem sem prova, segundo uma declaração pública da Royal Society, publicada no dia 8 de maio de 2003.

Em duas apresentações à GM Science Review, fórum de debates sobre OGMs patrocinado pelo governo britânico, a Royal Society salienta que o potencial de os ingredientes transgênicos reduzirem o valor nutricional dos alimentos ou de causarem reações alérgicas, em princípio, é igual ao dos ingredientes convencionais. Além disso, não existem provas concretas de que a saúde humana possa ser prejudicada pela ingestão de seqüências de DNA criadas pela modificação genética dos ingredientes dos alimentos.

O Professor Patrick Bateson, Vice-Presidente e Secretário para Assuntos de Biologia da Royal Society, disse: "Ano passado, realizamos uma importante análise das provas referentes às plantas geneticamente modificadas e da saúde humana e não tivemos nenhum indício desde então que alterasse nossas conclusões originais. Se realmente existem provas confiáveis de que os alimentos transgênicos são mais prejudiciais às pessoas do que os alimentos não-transgênicos, gostaríamos de saber o motivo pelo qual isso não foi publicado."

E acrescentou: "Por muitos anos, foi dito ao público que a ingestão de alimentos transgênicos é, por natureza, insegura. A maioria das pessoas gostaria de saber quais provas existem para sustentar tais alegações. Examinamos os resultados da pesquisa publicada e não encontramos nenhum indicativo de que os alimentos transgênicos são, por natureza, inseguros. Se alguém tem provas conclusivas, tragam-nas à tona para que possam ser avaliadas."

"O público tem o direito de decidir se quer comprar alimentos transgênicos e de ter acesso às informações confidenciais e àquelas que foram publicadas, com base em resultados científicos consistentes. É decepcionante ver um grupo como o Greenpeace declarar em seu website que 'os riscos são enormes e as conseqüências potencialmente catastróficas', sem que apresentem nenhuma razão convincente que sustente tal alegação", disse.

De acordo com o Professor Bateson, "algumas questões importantes precisam ser solucionadas a respeito do potencial impacto, positivo ou negativo, de culturas transgênicas no meio ambiente. Mas isso deve ser abordado sem uma cortina de fumaça de alegações infundadas sobre sua ameaça à saúde humana."

E acrescenta: "uma pesquisa pública recente mostrou que a maioria das pessoas é contra alimentos geneticamente modificados. Muitos consumidores ficaram apreensivos com alegações não comprovadas a respeito da segurança dos alimentos transgênicos. Os responsáveis pela criação dos produtos geneticamente modificados também não demonstraram de forma satisfatória aos consumidores quais benefícios são oferecidos em relação aos alimentos convencionais."

As declarações da Royal Society também chamam a atenção para alguns pontos da regulamentação de alimentos que devem ser abordados para garantir que todos os alimentos, inclusive os que contêm ingredientes transgênicos, sejam avaliados adequadamente. Segundo o Professor Bateson, "o público espera que as regulamentações acompanhem os progressos dos novos desenvolvimentos na forma como os alimentos são produzidos, e que sejam tão eficientes para alimentos transgênicos quanto para alimentos convencionais. Entendemos que a Food Standards Agency (agência oficial britânica de regulamentação de alimentos) acolheu as recomendações feitas por nós em nosso relatório no ano passado e está tomando medidas para abordar as questões que destacamos."

Professor Patrick Bateson FRS
Biólogo, Secretário e Vice-Presidente da Sociedade Real

3 de abril de 2009

Traffic Shaping

Este é o absurdo dos absurdos. Muito pior que furar fila, que estacionar em vaga de deficiente, que roubar pirulito de criança cega e maneta.

Funciona assim: o provedor te oferece uma velocidade X. Você que já teve um acesso à internet de 0,0X, fica entusiasmado e aceita todas as condições que lhe são impostas: fidelidade de 2 anos, multa rescisória astronômica e dorme sonhando com seu download a 1 MB/s.

Acorda com seu download a 50 kB/s. Ou menos. Aí você acha que o problema é com seu computador, com o sistema operacional, com seu roteador, com você, afinal, um dia você já foi católico. Então, você instala outros sistemas, compra outro roteador, outro computador, mas nada do download deslanchar.

Então descobre que o problema é uma prática nefasta da empresa que te presta o serviço. Sim, eles simplesmente bloqueiam o tráfego a seu bel prazer. Os programas afetados são os peer-to-peer, principalmente, clientes torrent e emule, por exemplo.

Nesse momento, eu tenho uma velocidade contratada de 10Mb, que estão chegando até meu modem normalmente, meço a velocidade na internet e chega a 7 ou 8 Mb, mas no utorrent a velocidade não passa de 40 KB/s. O que equivale a um acesso de 800k, ou seja, nem 10% do que eu contratei.

Então eu ligo pro suporte da GVT. Vocês já imaginam: negam que fazem o shaping. Malditos! De vez em quando liberam tudo: o download chega ao sonhado 1MB/s, que deveria ser a velocidade possível todo o tempo. Tudo bem se não chegasse a isso, desde que fossem outros fatores: arquivo pouco compartilhado, defeito físico na rede do telefone. Mas não, senhores, é por pura safadeza da empresa!

Revolta! Estou sendo roubado descaradamente! E pelo que tenho lido nos foruns pela web não há muito o que fazer, pois é difícil provar a prática. Parece que a ANATEL não se posicionou sobre, ou não tem muito o que fazer, ainda não entendi direito.

Clica aí na imagem para ver um gráfico que ilustra o roubo:


Veja como a velocidade oscila de tempos em tempos. Fico assim à mercê da vontade da GVT para ter a velocidade que eu contratei.

Ou eles acham que eu quero 10Mb de acesso para ler email, mandar scraps no orkut, ou postar aqui?

Pra isso, meu US Robotics 56k me bastava.

Fura fila

Pessoas que furam filas. Taí uma coisa que me irrita muito. Muito mesmo!
Se vocês não querem passar vergonha em público, não furem filas quando eu estiver por perto. Podem ter certeza que eu chamarei a atenção em voz alta e farei valer meus direitos! É aeroporto, supermercado, banco... uma epidemia. O povo se acha esperto demais e vai indo, vai indo, até me encontrar no caminho. E pior são aqueles que tentam explicar o inexplicável. O melhor é baixar a cabeça e voltar para o final da fila.
Dia desses estava no banco, naquele esquema que você pega a ficha para atendimento de acordo com sua situação, se você é cliente preferencial, idoso ou cliente padrão que vai ter que esperar mesmo, e uma mulher pega uma ficha para idosos. Ok! De repente ela é bem conservada, fez plástica, botox etc. Na hora do seu atendimento, a mocinha pergunta sua idade e, ao constatar que ela era uma fraude, informa que não poderá atendê-la, que ela terá que pegar uma ficha comum. Quando então a mulher solta: "mas eu sou funcionária da prefeitura!". Nada feito! "Mas eu estou grávida!". Nada feito! Como pode???

Então, juntem-se a mim nessa campanha!
Vamos fazer um país melhor sem furadores de fila!

2 de abril de 2009

Uma Odisseia no Espaço

Depois de oito anos sem vir ao Brasil, meu pai estará em turnê nacional a partir de domingo.

Em março de 2001:

  • Não havia banda larga aqui em Pumpkin Count.
  • Não existia Orkut.
  • Google era Google.
  • Blogger era Blogger.
  • Youtube nem era.
  • Havia Brasnet.
  • Havia armários lotados.
  • O Bruno ainda era nosso amigo.
  • O São Caetano era a grande surpresa do futebol.
  • Eu não tinha carteira de motorista aos 23.
  • As torres gêmeas ainda estavam de pé.
  • R. nem tinha vindo morar em Bervely Hills.
  • Minha mãe não era cardiopata.
  • Eu ainda morava no meu quarto.
  • Havia o dialpad.com em fase de testes, gratuitamente.
  • A Maísa não era nascida.
  • Usávamos Napster.
  • O voo 815 da Oceanic Air operava normalmente a rota Sydney-Los Angeles.
  • VASP e Transbrasil também operavam normalmente.
  • Ainda haveria mais duas temporadas de Friends.
  • H. nunca tinha ido à BH.
  • H. e B. não eram amigas para sempre.
  • Odisseia era escrito com acento agudo.
  • R. também não conhecia Beverly Hills, mas já conhecia P.
  • R. e H. não tinham sobrinhas.
  • O Sport fazia uma de suas piores campanhas no Campeonato Brasileiro e seria rebaixado no final do ano.
  • O Santa Cruz estava na Série A do campeonato Brasileiro.
  • Usávamos iParty.

Chega, ou querem contribuir com a lista?

Fiquem à vontade.

Que tal usar títulos?

Pra quem não notou, eu sou zambeta. Culpa dos pés chatos.
Minha zambetice me levou a um problema sério nos dois joelhos chamado Condromalácia Fêmuro-patelar. Minhas patelas são voltadas para o lado de fora e com um dos lados quase que colado no fêmur, machucando o menisco a cada vez que eu dobro os joelhos e me fazendo sentir dor todo santo dia.
A solução para os meus problemas virá com a fisioterapia e mais outras coisas. Caso a fisioterapia não dê conto, vai ter que operar. As coisas complementares à fisioterapia são atividades físicas de baixo impacto, sapatos com amortecedor e, o pior de tudo, emagrecer (não. Não somos um blog de gordos para gordos).
Já tomei decisões sobre o que fazer, só não comecei ainda, mas tenho fé em JC que um dia eu chego lá. Das atividades, fico com o Pilates e a bicicleta. Em relação aos sapatos, não vou embarangar mais usando sapatos de correr pra sair ou ir trabalhar, entã tive a genial idéia de comprar palmilhas de silicone que amortecem impactos e colocar nos meus all stars que uso com qualquer vestimenta (com vestido e saia é style, tá?). E emagrecer, Jesui, é que não sei mesmo como fazer. Quando contei pontos deu certo, mas não sei se consigo ter a força de vontade de outrora e emagrecer por conta própria. 6 quilos é tão pouco, mas é preciso começar, né? Talvez vigilantes do peso...

Ni, você não tem problemas com seu pé chato? Cuidado, hein, agora que você é atleta e seu esporte é de alto impacto. Tudo apareceu quando, acima do meu peso ideal, resolvi jogar futebol e dois meses depois eu não conseguia mais dobrar os joelhos sem que eles doessem ou fizessem barulho :/

1 de abril de 2009

Namastê

Me matriculei hoje em uma aula de yoga. Yoga, entendam. Eu em uma aula de yoga. Não perguntem como isso foi acontecer, nem eu sei, quando vi, já estava lá, dando minha foto 3x4 no guichê.

Cantem comigo por um momento:
o mundo está ao contrário e ninguém reparou. uô, uô, uô, uôoo!

Então eis que amanhã estrearei nesse fantástico mundo das gentes saudáveis que se alongam e se exercitam. E me sinto estranhamente inspirada, sinto que pode dar certo, que eu vou me adaptar, que eu vou me entregar. Sinto mesmo que em breve estarei ingerindo rações saudáveis e levantando cedo para saudar o sol.

sonhar mais um sonho impossível...

Desnecessário dizer que não tenho figurino adequado, né? E, não tendo certeza do que comprar, digitei yoga no gugou images e, dentre as opções apresentadas, escolhi: moletom e regata. Espero que meus coleguinhas não me desrespeitem. Duro demorar 20 anos para voltar a fazer algum exercício nessa vida e desistir pq estranharam sua roupa, mas...

.... eu sou assim. Quem quiser gostar de mim, eu sou assim.

Outra maravilha é o horário: 11h da manhã. Não é uma beleza? Houve um tempo em que eu me perguntaria: que tipo de pessoa pode fazer uma aula dessa no meio da manhã? Hoje já sei responder: EU. Pura finesse, atoice e peruagem. Me adapto fácil, tô sentindo.
É bom estar de volta. Mesmo sabendo que nada será como antes. 2002 já é um tempo remoto. Nostálgico até. Hoje estamos melhores, creio. Mas aqueles eram tempos de uma adolescência tardia, de ócio, de sonhos...

Agora é tempo de trabalho duro. De conquistas árduas. De post babaco-sentimentais.

Em homenagem a este momento sublime, usei minha camisa do "Blogger" hoje. Ganhei de Macambira, vinda diretamente da Califórnia, da Googlelândia, feita de malha de bambu, super ecológica.

Também queria dizer que continuo transformando minhas refeições em pontos. E tem dado resultado. Depois informo minha progressão. Vocês já viram quanto blogs de gordos querendo emagrecer existem? Muitos!

Triste é ler os últimos post de fracasso. Triste mesmo.

Gordo sofre.

Beijos. Até amanhã.

REUNITED

Bom, então é isso aí. Estamos de volta.
Sinto como se os Beatles estivessem voltando (eu sou Paul!!!) ou até mesmo o Take That, com Robbie Williams!
Tentarei ser assíduo nas postagens.
E honrarei os Vogons e sua poesia.
Pai, não deixe de tomar suas doses diárias de insulina. Obrigado.
Pronto. Leiaut novo.
Não é um Celene Godói, mas...

Estrelando: HM no photoshop, FN na direção de arte. Uma dupla limitada, mas do barulho.
Pai, não deixe eu escrever coisas das quais terei vergonha daqui a 5 anos. Obrigada.
Pai, não deixe o Ranniere se perder em sonhos de fama e fortuna. Obrigada.